“Não é o poder de lembrar, mas o seu oposto, o poder de esquecer, é uma condição necessária para a nossa existência." - Sholem Asch, The Nazarene
Em Resumo
Separar as memórias falsas das reais é uma coisa complicada; às vezes o nosso cérebro cria falsas memórias para se proteger, ou, ocasionalmente, por acidente, quando se reúne a informação de tal forma que, de repente, gira à nossa volta. Mas a ciência pode dizer a diferença. O corpo tem uma série de movimentos involuntários que podem revelar se estamos a lembrar-nos de algo que realmente aconteceu ou não e as nossas ondas cerebrais realmente seguem padrões diferentes quando se está a recuperar algo que realmente vimos, ouvimos ou experimentámos e arquivámos para uso futuro.
A História Completa
A memória é uma coisa engraçada e todos nós sabemos que nem sempre podemos contar com ela para ser sincero conosco. Falsas memórias são extremamente fáceis de desenvolver e muito fáceis de serem implantadas nas nossas mentes. Às vezes, o nosso cérebro faz isso para se proteger. Mas, isso nem sempre é uma coisa boa, especialmente quando temos de contar com depoimentos de testemunhas oculares para determinar o que realmente aconteceu num crime ou num acidente. Diferentes das mentiras, as falsas memórias acontecem quando uma pessoa realmente acredita, que o que se lembra é a verdade, mesmo que seja algo que tenha sido construído a partir de informações ouvidas por outras fontes.